O Pequeno Grande Jogo

Reynaldo Azevedo é um antipetista contumaz. Tudo bem, ele deve ter suas preferências recônditas. Mas ele reproduziu em sua coluna hoje, um texto que Antônio Carlos de Almedia Castro, o Kakay, advogado de vários acusados, assumiria como seu. O texto se reporta à reportagem de Mônica Bergamo na Folha de São Paulo sobre a denúncia do advogado da Odebretch Rodrigo Tacla Duran, que acusa Carlos Zucolotto, amigo de Sergio Moro, de vender favores na operação. O texto é o seguinte: 1: O juiz diz que não se deve dar valor à palavra de um “acusado”. Opa! isto é rigorosamente o que ele faz ao longo de toda a operação! 2: O juiz confirma que sua esposa participou de um escritório com o seu amigo Zucolot

Porque Odiamos os Fantasmas

O funcionário fantasma não é da ópera, nem é um gênio, mas um personagem deformado por uma realidade subterrânea que habita a obsessão logística do poder. Deriva da potência de quem não se esconde: aquele que conseguiu sua nomeação. O funcionário fantasma não é bem um Pluft, um fantasminha qualquer. Normalmente é um cara legal, banal, apto a subrepresentar um parlamentar ou Prefeito no seio de uma base eleitoral. Isso quando não é parente. Quando é um parente, sorrateiramente nomeado para uma mesa no canto cheia de processo empilhados, não é menos pior que o outro ocioso, apenas pária, apenas um querido na rabeira de um sobrenome, nora, genro, primo de 5º grau, afilhado ou congêneres. Deve t

A Bala Perdida e a Justiça

Artigo sobre o tema da judicialização seletiva e o estado de exceção derivado da crise política e econômica como pano de fundo dos interesse

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