A CAÇA ÀS BRUXAS E O ESTADO PÓS DEMOCRÁTICO

“A verdade e a mentira são construções que decorrem da vida no rebanho e da linguagem que lhe corresponde. O homem do rebanho chama de verdade aquilo que o conserva no rebanho e chama de mentira aquilo que o ameaça ou exclui do rebanho. [...] Portanto, em primeiro lugar, a verdade é a verdade do rebanho.” Nietzsche Lá pelos idos do século XVII a caça às bruxas levou à morte na fogueira e outros tipos de suplício medieval centenas de milhares de mulheres. Mesmo sendo definido como uma perseguição religiosa feita por protestantes contra práticas consideradas pagãs, ritos mágicos ou a crença em poções, é sempre interessante pesquisar a conveniência de razões conspiratórias. O famoso Malleus Mal

GUERRA AO IRÃ E CONSEQUÊNCIAS NO MERCADO DO PETRÓLEO

Especial para Consortium News. Tradução de Sylvie Giraud A administração Trump mais uma vez deixou mais do que evidente que no jovem e turbulento século XXI, os conceitos de “direito internacional” e “soberania nacional” já pertencem ao Reino dos Mortos-Vivos. Como se não bastasse o dilúvio de sanções contra uma grande parte do planeta, a mais recente “oferta irrecusável” transmitida por um gangster posando de diplomata, o Cônsul Minimus Mike Pompeo, ordena agora que todo o planeta se submeta ao um e único árbitro do comércio mundial: Washington. A administração Trump começou por romper unilateralmente com um acordo multinacional endossado pela ONU, o acordo JCPOA ou Acordo Nuclear Iraniano.

O PARADOXO DA INSANIDADE

Alguém, sem exagerar e falando modestamente, com a mais sã e higiênica das razões, em algum momento do nosso apoplético, apoteótico e lisérgico momento histórico, referindo-se à nossa época, disse que estamos na “era da insensatez”. Aliás não foi um simples "alguém", mas milhares de pessoas que se consideram sob o domínio da razão em contraponto a outros "alguéns" (com o perdão à flor do lácio), o que nos faz supor que o limiar entre razão e loucura não estabelece com razão quem está do lado certo. Já o filósofo Voltaire, na corrente de querer definir de que lado está o louco, ofereceu uma definição bem cartesiana para quem for louco o suficiente para pensar diferente. “A loucura (folie) é u

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